Mamulengo em Foco: A Arte da Fotografia preservando a Tradição
O projeto Mamulengo em Foco levou uma exposição fotográfica sobre o mamulengo no Distrito Federal para escolas públicas de Samambaia, promovendo encontros entre arte, memória e educação. A iniciativa integrou exposição, apresentação teatral e rodas de conversa, aproximando milhares de estudantes do patrimônio cultural brasileiro.
Realização: Alice Lira / Cinese Audiovisual
Política pública: PNAB DF
Ano: 2025
Samambaia está entre as regiões administrativas mais vulneráveis do DF, segundo a Codeplan (Mapa das Desigualdades, 2023). O acesso a equipamentos culturais é escasso, apesar de a cidade ser reconhecida como celeiro das artes. Nesse cenário, levar o mamulengo para dentro da escola é assegurar contato com uma expressão reconhecida como patrimônio cultural, criar experiências de pertencimento e garantir à juventude periférica o mesmo direito à arte que, em geral, se concentra no Plano Piloto.
Principais Resultados
O público superou em mais de três vezes a meta inicial prevista de 1.000 participantes.

3.208 pessoas alcançadas
estudantes, professores, pais e docentes.

6 escolas públicas
de Samambaia (DF)

57 fotografias expostas
com audiodescrição

6 apresentações de Mamulengo
com o Grupo Mamulengo Fuzuê com Audiodescrição e Libras

+100 rodas de conversas
para estudantes das instituições

Acervo digital acessível gratuito
fotografias com acessibilidade, vídeo da execução, artigos e material de divulgação online
Clique no link para acessar gratuitamente o ACERVO DIGITAL
com AUDIODESCRIÇÃO

Acompanhe as últimas notícias
Caderno de Campo #09 — Quanto custa fazer um audiovisual?
Quanto custa uma produção audiovisual? Neste Caderno, Alice mostra o que realmente compõe um orçamento e por que entender o projeto vem antes de definir o preço.
Caderno de Campo #08 — Como é ser produtora audiovisual
Fazer cinema também é construir uma estrutura para continuar. O que eu aprendi com uma produtora audiovisual.
#01 Crítica: O que a gente joga no ralo?
O ralo do filme acaba funcionando como uma metáfora potente para aquilo que tentamos não enxergar. Podemos tentar fazer desaparecer aquilo que nos incomoda, mas algumas coisas permanecem.


